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Terra Blog

13.09.07

Globalização como elemento de destruição amazônica

Bem como em todo o mundo, o meio ambiente paraense, com sua rica floresta equatorial, sofre um grande agravamento de desastres ecológicos, tais como queimadas e desmatamentos, a isso se associa a globalização. Há qual muito contribui para a atual configuração do ambiente amazônico, através do comercio e da nova visão de mundo, por parte dos homens atuais.


O conceito de globalização para os livros de geografia é definido como sendo um processo de estabelecimento de fluxos de mercadorias, pessoas e comunicação, em geral é a interação entre áreas distintas, assim sendo tem-se que ocorreu tal interação entre europeus e americanos, a partir do século XVI, onde os povos dominadores, no caso os europeus, estabeleceram a principal certo processo de exploração e ao passar dos tempos apenas modificaram seu nome para comercio. Bem como no inicio da globalização americana, o comercio atual apenas se preocupa com seu lucro e não se importa em como contribui negativamente para a cultura dos povos nos quais age, e isto é o que aconteceu e ainda ocorre no Pará. Em virtude dos tão sonhados lucros, grandes empresas e empresários destroem gradativamente o ambiente, sejam em busca de madeira ou de minérios.

Ao interagir com colonizadores e serem expostos as suas influências, o nativo começa a ter sua cultura modificada, dando origem ao que viria a ser a falta de conscientização social, onde os antigos indígenas respeitadores da terra por ser sua fonte de subsistência, dariam lugar aos seus descendentes, pos-globalização, pessoas em sua maioria, sem preocupação para com a natureza. O motivo de tal transformação da população deve-se a sua nova visão social, não mais de subsistência e sim de acumulo de riquezas e isso é característica de uma sociedade capitalista marcada por um processo de globalização.

Aos aspectos e características da nova sociedade paraense é fato sua interlocução com a globalização, uma vez que a conjuntura da população local somente foi alterada com a chegada dos europeus, e esta nova conjuntura social é marcada pela agressão à natureza e a inércia em relação a seus problemas.

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